AFESP 28 de Abril de 2017  
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  16-10-09  
  MAIS IMPACTO ECONMICO DOS ACIDENTES EM PORTUGAL  
 

SINISTRALIDADE ATIRA 2% DO PIB PARA O LIXO.

OS ACIDENTES RODOVIRIOS ACARRETAM PREJUZOS SIGNIFICATIVOS PARA PORTUGAL.

ROBERTO MENEGON, DIRECTOR GERAL DA POTTERS, ASSOCIADO HONORRIO DA AFESP E PARTICIPANTE ESTRANGEIRO NO 1 SEMINRIO DE SINALIZAO E SEGURANA RODOVIRIA REALIZADO NO DIA 13 DE OUTUBRO DIA EUROPEU DA PREVENO RODOVIRIA -, GARANTE QUE O NOSSO PAS FICA MAIS POBRE CERCA DE TRS MILHES DE EUROS DEVIDO SINISTRALIDADE.



Sinistralidade atira 2% do PIB para o lixo

Ao ceifarem vidas humanas, os acidentes rodovirios acarretam tambm prejuzos significativos para Portugal. Um especialista fez contas e apurou que, por ano, o nosso pas fica mais pobre cerca de 3 mil milhes de euros por causa da sinistralidade.

A lm do drama humano que lhe est subjacente, a sinistralidade rodoviria despedaa tambm a economia nacional.
Roberto Menegon, director-geral de um fabricante internacional de materiais usados na sinalizao de estradas, deitou contas aos prejuzos que os acidentes de viao causam sociedade portuguesa e os resultados no podiam ser mais devastadores: entre 1,5% e 2% do PIB portugus desperdiado anualmente na sinistralidade rodoviria. Fazendo uma projeco com base num PIB de 200 mil milhes de dlares e de 22 mil dlares/per capita (14 800 euros/per capita), este apuramento resulta num prejuzo anual para Portugal de 2,4 mil milhes de euros a 3,2 mil milhes de euros. Dinheiro que daria para construir trs a quatro Pontes Vasco da Gama, todos os anos. Entrevistado pelo Autohoje, por ocasio da sua participao numa conferncia, Menegon diz que o custo dos acidentes muito maior do que se pensa e que essas despesas penalizam, em termos percentuais, mais a economia portuguesa do que uma economia alem ou americana. Menegon explica: A maior parte das vtimas rodovirias em Portugal tem entre 25 e 35 anos, pessoas que esto no mercado de trabalho, ao passo que nos EUA e Alemanha a distribuio dos acidentes por escales etrios mais homognea. Morrendo, as pessoas de 25 a 35 anos, que representam a futura liderana do pas, deixam de contribuir.
Os familiares delas dependentes passam a receber penses que sobrecarregaro ainda mais o sistema nacional de penses.
Estamos a matar o contribuinte e a aumentar os beneficirios, desequilibrando o sistema. Reforando a ideia de que o impacto de uma morte rodoviria em Portugal maior do que na Alemanha, Menegon destaca o facto de no nosso pas haver menos mdicos ou engenheiros:
Portugal tem 757 mdicos e dentistas por 100 mil habitantes, ao passo que a Alemanha apresenta 2050 destes profissionais.
Portugal tem 6600 engenheiros por 100 mil habitantes, contra 32 220, na Alemanha. A morte de um mdico ou de um engenheiro em Portugal , assim, mais violenta do que na Alemanha, onde estes especialistas podem mais facilmente ser repostos. Roberto Menegon sublinha que aplicando muito menos dinheiro do que o gasto num acidente de viao, conseguir-se-ia resolver inmeros defeitos das vias que, em muitos casos, contribuem para a sinistralidade que enluta e empobrece o pas.
Paulo Marm, AUTO HOJE.

 
     
   
     
  AUTO HOJE - Economia  
     
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