AFESP 11 de Julho de 2020 DGERT - Entidade Formadora Certificada  
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STOP COVID-19

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Portugal está a enfrentar uma crise de saúde pública sem precedentes, pela pandemia de Coronavírus COVID-19 e estamos todos sujeitos a medidas estritas de contenção. Seguindo as medidas e recomendações estabelecidas pela DGS e perante a declaração do estado de emergência, com fundamento na verificação de uma situação de calamidade pública, a AFESP implementou um esquema de teletrabalho garantindo, no possível, o decurso das suas ações, designadamente formativas.

Os serviços de saúdes estão a reinventar-se e todos os profissionais, autênticos heróis, a dar o melhor de si.

Apesar das dificuldades e restrições, milhares de pessoas continuam na linha de frente para garantir que os serviços necessários sejam prestados aos cidadãos, não só na área da saúde, mas também na entrega de bens, alimentos e serviços, permitindo manter a rede de abastecimento nos mais diversos sectores da economia.

A AFESP presta a sua homenagem a todos eles pela capacidade de adaptação, dedicação e resiliência.

As estradas, que a todos ligam, garantem que o fornecimento de bens necessários (alimentos, medicamentos, equipamentos médicos...) continue e seja entregue à população, garantindo também a mobilidade para serviços de emergência (ambulâncias, bombeiros, proteção civil, intervenções técnicas urgentes e assistências). As estradas, apesar das restrições de circulação, são também, nestes tempos de incerteza, o palco de todos os atores da infraestrutura rodoviária, convocados para também estar na linha da frente.

AFESP agradece e apoia todo o sector rodoviário, sobretudo aqueles que mantêm a operacionalidade da rede viária, na identificação de situações a corrigir, na substituição de equipamentos e no esforço constante para facilitar e melhorar a vida dos nossos concidadãos e continuar a garantir, na medida do possível, a segurança rodoviária.

Depois da pandemia e das ordens de distanciamento social, surgirá na maior parte de todos nós a vontade de proximidade dos outros e ultrapassado o medo da doença e da morte, irá pulsar o desejo da vida, do trabalho, do lazer e de alguns excessos. O Sector rodoviário terá de estar preparado e espera-se um reforço de cooperação para nos focarmos na recuperação intensiva deste grande ativo nacional que é a infraestrutura rodoviária. A estrada vai permitir recuperar a capacidade das empresas nacionais para transacionar os seus produtos e serviços, vai permitir recuperar os empregos e vai alavancar a recuperação económica.

A Infraestrutura será essencial para a retoma dos laços econômicos e sociais agora interrompidos. Será determinante uma estrada bem conservada, sinalizada e segura, que constituirá um vetor complementar essencial do combate ao covid19, ao potenciar a economia, reduzindo a sinistralidade e os custos dela decorrente.

Bem hajam todos!

Entrada em vigor da Revisão ao Regulamento de Sinalização de Trânsito - Nota de Imprensa

A Estrada, campo de morte dos portugueses, devido aos acidentes que são um diferente tipo de pandemia e que provocam só no nosso Pais cerca de 600 mortos todos os anos, precisa de convocar paixões.

Do questionário recente elaborado pela PwC para a AFESP salientam-se os FACTOS:

  1. Os portugueses estão insatisfeitos com o nível de qualidade da sinalização e criticam as condições da sua visibilidade.
  2. A sinistralidade custa ao país 3.300 milhões de €/ano.
  3. Não há investimento na manutenção regular e planeada dos sistemas de Sinalização e nem sequer se cumprem os normativos europeus.

No próximo dia 20 de abril com a entrada em vigor da primeira grande revisão ao Regulamento de Sinalização do Trânsito (RST) os portugueses vão continuar a ser vítimas invisíveis de um sistema de sinalização que não se consegue ler.

A AFESP entende que esta Revisão foi uma oportunidade perdida para prever o que era essencial para a Sinalização: SER VISIVEL! O sinal pode ser bem desenhado, as marcas horizontais bem pintadas e delimitadas mas se não retroreflectirem não se vêm!

A retrorreflexão é a única característica que permite que a sinalização vertical e as marcas rodoviárias sejam vistas, sobretudo em ambiente noturno ou em condições atmosféricas adversas, onde a capacidade retrorrefletora passa a ter um papel decisivo.

A revisão do RST devia prever os níveis iniciais e ao longo do tempo de retrorreflexão da sinalização, de acordo com a hierarquia da estrada. Não o fez!

A alteração ao RST aprovada pelo Decreto Regulamentar n.º 6/2019, de 22 de outubro não incorpora, como devia, a Diretiva europeia e as orientações técnicas emitidas pelo organismo português de normalização em matéria de retrorreflexão.

Manda o princípio da Precaução que, face a um perigo de circulação existente, deve ser mantido um risco aceitável. Não prever níveis de retrorreflexão dos sinais e marcas rodoviárias para cada tipo de estrada e níveis de retrorreflexão ao longo da sua vida útil é aumentar o risco, é aumentar a probabilidade de acidente, é aumentar a sua gravidade. E quem aumenta o risco deverá responder por ele. Este regulamento tem uma falha grave que carece de ser reparada urgentemente.

Portugal, ao contrário do resto da Europa, está no ponto em que estava anteriormente: A sinalização não dá, como devia, o contributo determinante para a legibilidade da estrada.

Novos Sinais RST – Campanha ANSR, AFESP parceiro na informação e divulgação

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A 20 de abril entrou em vigor a primeira grande revisão ao Regulamento de Sinalização do Trânsito (RST) aprovado pelo Decreto Regulamentar n.º 22 -A/98, de 1 de outubro, que visou o aperfeiçoamento e a atualização da sinalização rodoviária em conformidade com o Código da Estrada e em alinhamento com o Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária — PENSE 2020.

Esta revisão do Regulamento introduziu novos sinais, que vêm contribuir para a melhoria da segurança rodoviária dentro das localidades, nomeadamente dos utilizadores vulneráveis, como o sinal de Zona Residencial ou de Coexistência, sendo também introduzidos novos sinais de informação, novos símbolos de indicação turística, geográfica, ecológica e cultural, bem como a representação gráfica dos sinais dos condutores, dos agentes reguladores do trânsito e dos sinais luminosos.

Consulte www.ansr.pt para mais informações.

Formação Digial Profissional Certificada

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As medidas de confinamento ditada pelas indicações das autoridades de saúde para todos nos resguardarmos neste período de prevenção ao Covid-19, promoveram uma aposta das ações AFESP "online". A AFESP Formação, sob a coordenação de Ana Raposo, formadora certificada, garantiu aos seus formandos uma formação profissional certificada, obtendo no final do curso um Certificado de Formação Profissional (portaria no 474/2010), emitido pelo Sistema de Informação e Gestão de Oferta Educativa e Formativa (SIGO).

A suspensão da atividade formativa da AFESP nunca esteve em equação embora neste momento a oferta seja mais limitada. O plano de plano de contingência aplicado pela AFESP tem permitido a continuidade da atividade sem disrupções significativas.

Estamos a fazer diferente!

Foi revigorante vermos que este novo paradigma moveu um enorme interesse do público alvo.

Um agradecimento também muito especial ao nosso associado João Almeida por ter partilhado connosco o desafio e associar-se como orador de uma palestra por vídeo conferência sobre o tema “critérios de inspeção e de valores Cd e Impacto no PCQ “ e reunir um conjunto de representantes e responsáveis das entidades gestoras das vias no envolvimento deste processo.

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A AFESP assinala assim um aumento na vertente digital das diversas ações a que se propôs para 2020, quer no plano formativo quer para outras o que tem obviamente a ver com a que a mudança de hábitos dos portugueses.

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Formações e workshop on online em Março, Abril e Maio

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A AFESP usa a plataforma Microsoft Teams para formação em vídeo e áudio conferência online para dar continuidade ao plano formativo 2020.

  1. Formação Profissional, Critérios das Inspeções/medições às Marcas rodoviárias, 2, 6 e 8 de Abril, Engº João Almeida
  2. Formação Profissional de Sinalização Rodoviária Vertical, 31 Março, Engº João Almeida
  3. Formação Profissional, Gestão de Infra estruturas, 11, 13 e 15 de maio, Engª Teresa Alves e Engº João Espirito Santo

Artigo Técnico: Motivaciones y contenido de la Guia de Buenas Prácticas para la Señalización Horizontal de Carreteras Locales (Asociación Española de la Carretera)

La señalización horizontal de carreteras en España, está regida por dos documentos:

  • Para los materiales y la ejecución de obras: Artículo 700 “Marcas Viales” del Pliego de prescripciones técnicas generales para obras de carreteras y puentes, relativos a materiales básicos, a firmes y pavimentos, y a señalización, balizamiento y sistemas de contención de vehículos1
  • Para la geometría y diseño de marcas viales: Norma de carreteras 8.2-IC “Marcas Viales”2

Sin embargo, el campo de aplicación de estos documentos es la Red de Carreteras del Estado, que es una red constituida por carreteras de alta capacidad y no siempre aportan las mejores soluciones a la red de carreteras de ámbito regional o local.

Por otra parte las cifras de accidentalidad en las redes locales manifiestan una peligrosidad casi 5 veces superior a la de la Red del Estado.

Tabla 1: Datos comparativos en las redes de carreteras según su titularidad, año 2015. (Fuente: Ministerio de Fomento y Dirección General de Tráfico)
Longitud en km Tráfico en millones de veh-km % de trafico soportado en veh-km Fallecidos Tasa accidentalidad (fallecidos/km) Fallecidos / 108 de veh-km
Red del Estado 26.329 119.512 51,8 438 0,017 0,37
Red de las Comunidades Autónomas (Regional) 71.324 98.109 42,5 456 0,0064 0,64
Red de Diputaciones Provinciales, Cabildos y Consells (red local) 68.349 13.219 5,7 246 0,0036 1,86

Estas dos razones son más que suficientes para considerar que la muy extensa red de carreteras locales pueda y deba considerarse de forma particular en el contexto de la seguridad vial; la singularidad de los trazados de las carreteras locales, sus anchos de plataforma, la composición del tráfico (incluidos vehículos singulares, como los agrícolas), el estado de los pavimentos, la existencia o no de dotaciones y equipamientos adecuados (señalización, barreras de contención, pantallas anti ruido, balizamiento, iluminación etc.) y su mantenimiento, la presencia continua de travesías, zonas de transición e intersecciones con gran cantidad de accesos, así como el comportamiento de conducción rutinaria, son algunas de las circunstancias que pueden estar detrás de esta mayor peligrosidad.

La mejora de la seguridad vial en estas vías pasaría por revisar y mejorar todos estos factores, desde la perspectiva de la implantación de “medidas de bajo coste” y en este sentido la más eficaz es la implantación y mantenimiento de una apropiada señalización horizontal que proporcione guía e información visual a lo largo de toda la carretera y bajo cualquier condición climática.

Por otra parte, muchos ingenieros responsables de carreteras locales encontraban un vacío administrativo (falta de normas y referencias) para aplicar soluciones de mejora que consideraban convenientes pero que no estaban amparadas por los documentos normativos vigentes.

Estas razones son las que impulsaron a la Asociación Española de la Carretera, en colaboración con el Foro de Gestores de Carreteras locales, Diputaciones, Cabildos y Consells3 y la contribución de un grupo de expertos a afrontar el reto de redactar un documento-guía que diera respuesta a las necesidades específicas de estas carreteras tanto desde el punto de vista técnico como desde el punto de vista documental dando por resultado la “Guía de Buenas Prácticas para la Señalización Horizontal de Carreteras Locales” presentada en Madrid el pasado día 5 de febrero de 2020, dividida en 2 partes:

PARTE 1: Da respuestas a las siguientes cuestiones:

  1. ¿Cuál es la funcionalidad de las marcas viales?: introduce los conceptos por los que la marca vial aporta seguridad vial:
    • Distancia de visibilidad que necesita el conductor de día, de noche y bajo lluvia o humedad para disponer de suficiente tiempo de reacción en la conducción.
    • Claridad en el mensaje, Hay que pintar todas las carreteras ahora y en el futuro con los automóviles autónomos pero ¿Qué pintar en cada carretera?
      • Se jerarquizan (clases) las carreteras locales en función del ancho de plataforma y se proponen unos tipos de líneas (anchos y módulos) diferentes para cada clase.
      • Se introduce el concepto carretera auto-explicativa, que se desarrolla en los ejemplos de la parte 2, para tratar de
        • Eliminar el “factor sorpresa”.
        • Diseñar situaciones simples, no ambiguas, claras, fáciles de comprender, de reconocer y de interpretar.
        • Carreteras con marcas viales en cuyo diseño se incorporan conceptos como:
          • LEGIBILIDAD: vía y entorno bien percibidos, bien interpretados.
          • CREDIBILIDAD: coherencia entre realidad y expectativas.
          • CONSISTENCIA: homogeneidad en las soluciones.
          • DE FÁCIL COMPRENSIÓN: minimizar tiempos
  2. ¿Qué requisitos pedir a las marcas viales?
    • Se definen los parámetros exigibles, sus valores mínimos y las garantías.
  3. ¿Qué materiales usar?, se establecen:
    • Las acreditaciones que deben de tener los materiales
    • Los criterios de decisión para elegir los materiales más adecuados a cada tipo de carretera y línea
  4. ¿Cómo llevar a cabo los trabajos?, se establecen:
    • Requisitos para la maquinaria
    • Requisitos para la preparación de la superficie
    • Limitaciones climatológicas a la aplicación
    • Diversos tipos de operaciones especiales (replanteo, borrado, enmascaramiento..)
    • Consideración económicas y de durabilidad
    • Consideraciones medioambientales sobre nivel de ruido y criterios para el tratamiento de residuos
  5. ¿Cuándo repintar? La vida útil de las marcas viales es más corta que cualquier otro elemento de la carretera y por lo tanto se hace necesario disponer de criterios para:
    • Ejercer un control eficaz sobre la evolución de las marcas viales
    • Poner en marcha el proceso de mantenimiento y determinar las necesidades de reposición

PARTE 2: Da soluciones auto-explicativas de movilidad y seguridad para diferentes situaciones aportando una útil colección de fichas con fotografías y esquemas describiendo la solución y su eficacia:

  • Velocidad excesiva
  • Giros peligrosos
  • Cruces peatonales
  • Cruces de carreteras en itinerarios peatonales
  • Problemas de percepción de intersecciones
  • Elevada frecuencia de accesos
  • Elevada presencia de usuarios vulnerables y otras zonas singulares
  • Tráfico elevado de vehículos pesados
  • Paradas bus”
  • Accidentes frecuentes por climatología adversa (lluvia, niebla)
  • Accidentes frecuentes por salida de vía
  • Accidentes frecuentes frontales o fronto-laterales
  • Falta de contraste de la pintura

1 Orden FOM/2523/2014, de 12 de diciembre, a su vez modificada por la Orden FOM/510/2018, de 8 de mayo.

2 Orden ministerial de 16 de julio de 1987, por la que se aprueba la norma 8.2 - IC sobre marcas viales y ya anunciada la publicación de su revisión.

3 Organismos administrativos españoles con responsabilidades provinciales e insulares.

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