A AFESP

Missão da AFESP

Promover a qualidade, a inovação e a excelência nas atividades de manutenção e segurança rodoviária, contribuindo para estradas mais seguras, sustentáveis e eficientes em Portugal, através da colaboração com entidades públicas, privadas e académicas.

Visão da AFESP

Ser reconhecida como a entidade de referência nacional na liderança da inovação e boas práticas na manutenção rodoviária, contribuindo para um sistema viário mais seguro, moderno e resiliente.

Valores

Compromisso com a segurança – A segurança dos utilizadores das vias é a nossa prioridade absoluta.

Inovação contínua – Valorizamos e promovemos soluções técnicas e tecnológicas avançadas.

Rigor e qualidade – Defendemos práticas de manutenção com elevados padrões de qualidade.

Colaboração – Trabalhamos em rede com parceiros públicos e privados para alcançar objetivos comuns.

Sustentabilidade -Apostamos em soluções que equilibrem segurança, ambiente e eficiência.

Transparência e ética – Atuamos com integridade e responsabilidade perante a sociedade.

Foi em 2002 que a AFESP se constituiu como associação de direito privado sem fins lucrativos. Estas foram as empresas fundadoras:

FLGaspar – Trafiurbe-Viamarca SNSV – Tracevia – Monsegur – Sinalmarca

Com mais de 20 anos de existência a AFESP conta entre os seus associados com empresas líderes no mercado do fabrico, colocação e manutenção de sinalização e de equipamentos de segurança, bem como de consultores e empresas projetistas que aplicam o saber da engenharia de segurança rodoviária nos seus pareceres e projetos. Auditorias de Segurança Rodoviária e Inspeções de Segurança Rodoviária são intervenções de análise e supervisão que estão ao alcance de técnicos qualificados associados da AFESP e que contribuem para verificar a qualidade da conceção e das medidas aplicadas na rede viária do país. Ao longo de mais de 20 anos de existência. A AFESP sempre se pautou por ter uma firme presença identitária, quiçá discreta, sem nunca deixar de se envolver e de colaborar com entidades publicas e privadas no combate à sinistralidade rodoviária no nosso país. E assim, pretende continuar.

Eixos Estratégicos

01

Uma maior afirmação da Associação no domínio técnico e tecnológico promovendo a colaboração entre membros, em prol de uma voz coletiva mais forte e consistente nos media traduzida em mais visibilidade

02

Mais pressão da indústria para garantia do cumprimento de padrões de qualidade por parte dos Agentes públicos

03

Exigir mais fiscalização das entidades gestoras sobre a infraestrutura, na defesa da segurança dos Utilizadores

04

Garantir um aumento do investimento no sector por parte das entidades gestoras que deverá triplicar em 5 anos

05

Pugnar pela melhor relação Qualidade/Preço, das soluções que a nossa indústria disponibiliza

06

Um alargamento sustentado nas áreas de interesse da Associação com a inclusão de empresas de equipamentos tecnológicos e sistemas inteligentes de gestão do tráfego (não apenas a sinalização…), expandindo assim o universo de associados

07

Valorização do produto nacional

08

Promoção do conhecimento e da valorização dos nossos colaboradores para salvaguarda da segurança e do bom desempenho laboral em ambientes de risco

Breve História da sinalização

SÉCULO XVII

O primeiro sinal de trânsito existente no mundo, encontra-se em Portugal, em Alfama, desde o século XVII.
Foi D. Pedro II que ordenou a colocação de 24 sinais de regulação na cidade de Lisboa em 1686 e ainda é possivel ver um desses sinais na R.do Salvador em Lisboa.

1917

As primeiras marcas rodoviárias surgiram no inicio do século XX no Minesota. Um engenheiro de estradas do estado do Minesota guiava o seu carro de noite atrás de um camião cisterna que transportava leite. Um fio ténue de leite ia.se derramando do tanque e marcando a estrada mal iluminada. O engenheiro achou que seria uma ajuda preciosa, seguir aquele rasto branco pois isso facilitava a sua condução. Daí surgiu a ideia de pintar zonas perigosas da estrada com tinta branca, em algumas curvas apertadas onde já tinham ocorrido acidentes noturnos, tal como a foto de 1917 abaixo reproduz.

Década de 50

Em Portugal a Circular Nº1/Cs de 1959 da JAE, baseada no Protocolo de Genebra de 1949, vêm organizar o espaço normativo em Portugal e são essenciais para dar coerência e consistência à sinalização em todo o país.

Não havendo abundância nem variedade de materiais e existindo fortes assimetrias de recursos de região para região, as normas vão permitir usar o cimento, a areia e o ferro, na construção de sinais verticais. Estes três componentes eram acessíveis em qualquer lugar, eram usados na construção civil e vão permitir a produção de sinais nas Direções Distritais de Estradas.

Assim toda a rede rodoviária é servida e, de forma homogénea. A definição de marcas rodoviárias básicas no mesmo documento, vai garantir que todos farão igual em qualquer parte do território. É talvez o exercício mais preciso do setor rodoviário em muitos anos e obedeceu a um princípio básico, em nome da segurança, pois permitiu que todos os condutores desfrutassem das mesmas soluções para os mesmos problemas, qualquer que fosse a estrada nacional em que circulassem.

Década de 60

Primeiras máquinas de pintura a frio em Portugal

E no final dos anos 60 que surgem as primeiras máquinas de pintura a frio no país que vieram acelerar e disseminar a instalação de um recurso importante na condução e disciplina do tráfego.
primeiras máquinas de pintura a frio em Portugal.
Nos anos 60 é introduzido o ferro como suporte da sinalização vertical. O peso o transporte a colocação de um sinal de betão de cimento tornou-se desadequado. E acima de tudo perigoso para a segurança rodoviária, conceito que se expandia facilmente pelos países da OCDE. A adoção de materiais retrorrefletores nos sinais de trânsito significou um salto importante na qualidade e só era facilitado no ferro ou noutro metal, nunca no betão de cimento.

Também as “pinturas” começaram a ser aplicadas com materiais mais duradouros e de forma mecanizada. As esferas de vidro passam a ser usadas como elemento decisivo na retro-reflexão da luz dos faróis facilitando em muito a condução noturna.
Medição da retro-reflexão

Década de 80

Na segunda metade dos anos oitenta, praticamente 30 anos após as Normas da JAE de 1959, surgem Normas mais modernas adaptadas a caraterísticas diferentes de veículos e de estradas que aceitavam já maiores velocidades de circulação.
As normas que tinham durado 30 anos são substituídas por documentos normativos com maiores exigências produzidos pela casa-mãe que corporizava o setor rodoviário- a JAE.

Começa o “boom” de construção de IPs e ICs em respeito pelo Plano Rodoviário Nacional, documento estruturante, coluna vertebral do planeamento da rede que hoje temos em Portugal.

Terceiro Milénio

Painéis de mensagens variáveis.

Hoje vivemos num processo de maior “diálogo” entre o condutor e a estrada através de novas tecnologias aplicadas ao sector.

Painéis de mensagens variáveis. Informação em tempo real
Temos informação em tempo real, temos veículos mais seguros, temos estradas mais amigas do usuário, e temos cada vez mais necessidades e mais diversidades na mobilidade, mas continuamos a ter as deficiências dos seres humanos que não têm sido totalmente absorvidas pelos níveis de qualidade e segurança que foram sendo introduzidos nos últimos 20 anos.

O homem foi o único elemento do Sistema que não tem evolução palpável, o que levanta problemas de workload por exagero na frequência e tipo de estímulos que somos capazes de percecionar e atender e na qualidade e oportunidade das decisões que daí resultam. O Amanhã será a comunicação de uma massiva quantidade de dados veículo-estrada-veículo que permitirá uma condução autónoma de graus variados e mais ou menos refinada. E assim, resolvendo uns, outros problemas surgirão.

Orgãos sociais

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente

João Almeida

Secretário

Habidom - Rui Castro

DIREÇÃO

Presidente

Fernando L. Gaspar
Fernando Coimbra Gaspar

Vice Presidente

Trafiurbe
Nuno Balula

Vogal

Plenavia
José Carlos Rodrigues

CONSELHO FISCAL

Presidente

Viamarca
André Espírito Santo

Vogal

Isidovias
Ricardo Rodrigues

Vogal

Candela
Paulo Correia

SECRETÁRIO GERAL

João Sousa Marques

Licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico (1969-1975).
Engenheiro de Tráfego pela Universidade de Birmingham no Reino Unido (1979).
Master of Science (M Sc) (1979).
Auditor de Segurança Rodoviária na Grã-Bretanha. 2001 – 2006.
Engenheiro Especialista em Transportes e Vias de Comunicação, pela Ordem dos Engenheiros em 2002.
Membro da Comissão Executiva -Transportes e Vias de Comunicação da Ordem dos Engenheiros 2002/4.
Vice-Presidente do Conselho Administração IEP 2003.
Professor adjunto especialista pelo IPL 2011.
Vice-Presidente InIR até 2013.
Consultor internacional desde 2013.
Auditor de Segurança Rodoviária- certificado por IMT 2022.

Fabrica de saberes

Os Formadores, o Corpo Técnico e os Embaixadores da AFESP são verdadeiros Obreiros do Saber no domínio da Segurança Rodoviária. Colocam-se ao serviço do bem comum e difundem conhecimento numa manifestação singela de responsabilidade social. São do melhor que o país dispõe em matéria de património humano, nesta área.

Corpo técnico

FORMADORES

A AFESP possui um grupo de Formadores constituído por profissionais credenciados nas suas várias especialidades, preparados pedagógica e tecnicamente para transferir conhecimentos e partilhar experiência profissional. Alguns nomes:

COMISSÃO TÉCNICA CONSULTIVA

Possui ainda uma Comissão Técnica Consultiva de caracter permanente que reflete as diferentes especialidades dos associados nos domínios mais expressivos da Segurança Rodoviária quer em espaço urbano quer em espaço rural e que vai desde a área do projeto até à manutenção e exploração rodoviárias

EMBAIXADORES AFESP

São personalidades que desenvolveram ou ainda desenvolvem papel relevante na sua vida profissional em prol da Segurança Rodoviária e que se identificam com as causas explicitas da AFESP espelhadas nos seus Estatutos. São técnicos reconhecidos com grande experiência profissional e de vida impoluta na sociedade portuguesa que se constituem como “antenas” da AFESP nas várias Regiões do nosso país.

Ana Bastos

Coimbra, Leiria e Castelo Branco

António Ugo Silvestre Berardinelli

Viseu, Guarda e Aveiro

Elisabete Freitas

Porto, Viana Castelo e Braga

Adriano António Pinto de Sousa

Bragança, Vila Real

Jorge Manuel César Freire

Algarve

Luísa Teles Fortes

Setúbal, Gr Lisboa e Vale do Tejo e Península Setúbal

Luis Manuel de Castro Melo

Portalegre, Évora e Beja

Paulo Nuno Rodrigues Marques Augusto

Lisboa e Santarém