<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Afesp</title>
	<atom:link href="https://afesp.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://afesp.pt</link>
	<description>Associação para a promoção da gestão e da segurança rodoviárias</description>
	<lastBuildDate>Mon, 28 Sep 2026 13:13:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/03/Afesp_Ico-150x150.jpg</url>
	<title>Afesp</title>
	<link>https://afesp.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>IP8 – Outra Vez a Meio da Ponte?</title>
		<link>https://afesp.pt/ip8-outra-vez-a-meio-da-ponte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11641</guid>

					<description><![CDATA[Foram inauguradas no passado dia 8 de setembro as Variantes rodoviárias de Beringel e de Figueira de Cavaleiros, assumidas como integrantes do Itinerário Principal nº 8 (IP 8). De uma forma geral, este acontecimento foi recebido de forma quase entusiástica na região, quer pelos media, quer pelas forças políticas, quer pela população em geral. Compreende-se. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram inauguradas no passado dia 8 de setembro as Variantes rodoviárias de Beringel e de Figueira de Cavaleiros, assumidas como integrantes do Itinerário Principal nº 8 (IP 8).</p>
<p>De uma forma geral, este acontecimento foi recebido de forma quase entusiástica na região, quer pelos media, quer pelas forças políticas, quer pela população em geral.</p>
<p>Compreende-se.</p>
<p>De facto, trata-se inquestionavelmente de um progresso há tantos anos aguardado e tantas vezes prometido, e que, do ponto de vista da mobilidade e segurança rodoviárias representa um salto em frente, por retirar das localidades referidas uma parte significativa do tráfego que as atravessava, melhorando o nível de serviço dos utilizadores da via, e também, seguramente, a qualidade de vida das populações ali residentes.</p>
<p>E por isso é importante dar-lhe relevo e aplauso.</p>
<p>Mas não olhemos apenas para a árvore. Detenhamo-nos um pouco a olhar para a floresta.</p>
<p>A construção das variantes referidas integrou-se numa intervenção mais vasta, nomeadamente a requalificação dos lanços de estrada entre Santa Margarida do Sado e Ferreira do Alentejo e entre Ferreira do Alentejo e Beja, numa extensão de cerca de 45 km, e que foram anunciadas como “requalificação do corredor do IP8”.</p>
<p>Representantes políticos com responsabilidades na área rodoviária referiram inúmeras vezes nos últimos tempos a “requalificação” do IP8 e nomeadamente a sua concretização até Beja em perfil de autoestrada, com a designação de A26, uma (muito) velha e discutida aspiração da região do Baixo Alentejo.</p>
<p>No entanto, perante a intervenção agora realizada dir-se-á com benevolência que estamos perante a presença de um copo meio cheio, ou se quiserem, meio-vazio.</p>
<p>De facto, de autoestrada temos nada, e de Itinerário Principal concretizaram-se uns míseros 12% de IP8, o que só pode constituir-se como uma enorme desilusão.</p>
<p>Expliquemos porquê:<br />
O <strong>PRN</strong> – Plano Rodoviário Nacional, estabelece a existência de um itinerário principal que atravessa o Baixo Alentejo, ligando Sines a Vila Verde de Ficalho, na fronteira com Espanha, designado por Itinerário Principal nº 8 – IP8.</p>
<p>Nos itinerários principais é proibida a circulação de peões, velocípedes e veículos de tração animal, e para que se assegure tal desiderato deverão ser construídas vias próprias para esses tipos de tráfego, paralelas à estrada, garantindo assim a segregação dos vários tipos de tráfego.</p>
<figure id="attachment_11643" aria-describedby="caption-attachment-11643" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-11643 " src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/09/afesp-01.jpg" alt="Fase de obra com deficiências na sinalização temporária– continuam a ser permitidos os acessos marginais" width="533" height="231" /><figcaption id="caption-attachment-11643" class="wp-caption-text">Fase de obra com deficiências na sinalização temporária– continuam a ser permitidos os acessos marginais</figcaption></figure>
<p>Para que se assegurem níveis de segurança rodoviária adequados, os itinerários principais são obrigatoriamente vedados em toda a sua extensão, sendo proibido o acesso a partir das propriedades marginais.</p>
<figure id="attachment_11642" aria-describedby="caption-attachment-11642" style="width: 521px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-11642 " src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/09/afesp-02.jpg" alt="O que seria o IP8 com perfil de autoestrada" width="521" height="240" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/09/afesp-02.jpg 694w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/09/afesp-02-300x138.jpg 300w" sizes="(max-width: 521px) 100vw, 521px" /><figcaption id="caption-attachment-11642" class="wp-caption-text">O que seria o IP8 com perfil de autoestrada</figcaption></figure>
<p>Ora com o tipo de intervenção agora concretizado apenas se garantem condições de itinerário principal nas citadas variantes de Figueira de Cavaleiros e Beringel. No restante traçado estamos perante uma melhoria das condições da via, sim, mas sem que se cumpram os critérios técnicos impostos para um IP.</p>
<p>De facto, mantem-se o tráfego agrícola a circular em simultâneo com o restante, mantêm-se as ligações diretas a um conjunto significativo de propriedades agrícolas, mantêm-se um conjunto de ligações sem qualquer beneficiação geométrica, de que é exemplo entre outros o acesso à Praia dos 5 Reis, não se garantindo assim a maximização dos níveis de segurança rodoviária e de um nível de serviço adequado.<br />
Apesar do investimento de quase 65 milhões de euros, a promessa de dotar a região de Beja de uma estrada com as condições de um verdadeiro itinerário principal, ligando Sines &#8211; A2 &#8211; aeroporto de Beja &#8211; fronteira espanhola de Vila Verde de Ficalho, há tantos anos prometida, e por forma a dar finalmente cumprimento ao definido no PRN, continua por cumprir. Por isso o IP8 está outra vez a “meio da ponte”.</p>
<p><strong>Luis Melo</strong>, eng<br />
Ex-diretor da Infraestruturas de Portugal e Embaixador da AFESP região Alentejo</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marcas Rodoviárias inteligentes</title>
		<link>https://afesp.pt/marcas-rodoviarias-inteligentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11619</guid>

					<description><![CDATA[Investigação da Universidade do Minho desenvolve marcas rodoviárias inteligentes capazes de mudar de cor quando a temperatura se aproxima dos 0 ºC, alertando os condutores para a presença de gelo, neve e black ice no pavimento. A tecnologia utiliza materiais termocrómicos e poderá contribuir para aumentar a segurança rodoviária. O estudo recente, desenvolvido com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investigação da Universidade do Minho desenvolve marcas rodoviárias inteligentes capazes de mudar de cor quando a temperatura se aproxima dos 0 ºC, alertando os condutores para a presença de gelo, neve e black ice no pavimento. A tecnologia utiliza materiais termocrómicos e poderá contribuir para aumentar a segurança rodoviária.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-11621 alignright" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre6-300x132.jpg" alt="" width="375" height="165" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre6-300x132.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre6.jpg 415w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px" />O estudo recente, desenvolvido com a participação do Centro de Física das Universidades do Minho e do Porto (CF-UM-UP) e do Instituto de Ciência e Inovação para a Sustentabilidade na Engenharia Civil (ISISE), resultou na publicação de um artigo científico intitulado “Thermochromic road markings for real-time ice and snow alerts” na prestigiada revista Progress in Organic Coatings, destacando avanços pioneiros no desenvolvimento de marcas rodoviárias termocrómicas para aplicações em segurança rodoviária.<br />
O trabalho foi conduzido por Orlando Lima, estudante do Programa Doutoral em Sustentabilidade do Ambiente Construído da Universidade do Minho e membro do CF-UM-UP e do ISISE, sob orientação dos Professores Joaquim Carneiro (CF-UM-UP), Elisabete Freitas (ISISE- Embaixadora AFESP para a região do Porto) e Iran Rocha Segundo (CERIS). Orlando Lima é bolseiro do MIT Portugal Program e também membro do Comité Técnico Consultivo da AFESP Associação para a Promoção da Gestão e da Segurança Rodoviária.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11620 alignleft" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre5-251x300.jpg" alt="" width="251" height="300" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre5-251x300.jpg 251w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre5.jpg 289w" sizes="(max-width: 251px) 100vw, 251px" />Orlando Lima investigador, bolseiro do MIT Portugal e membro do Comité Técnico Consultivo da AFESP</p>
<p>A investigação, financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), insere-se no domínio da física aplicada, e integra conhecimentos avançados de ótica na engenharia de materiais para infraestruturas. Em particular, explora a funcionalização de superfícies através de propriedades como a capacidade autolimpante por fotocatálise e o termocromismo, permitindo desenvolver soluções inteligentes com resposta ativa às diferentes condições ambientais.<br />
Esta temática de investigação tem sido amplamente reconhecida pela comunidade científica internacional. Orlando Lima recebeu o Prémio de Melhor Apresentação Oral na International Conference on Application of Optics and Photonics (2022), o Prémio de Melhor Apresentação de Jovem Investigador na conferência Pavement Functional Design and Management (2023) e o Prémio de Produção Científica da ANPET (2024).</p>
<p>O artigo pode ser consultado no seguinte link:<br />
<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0300944026001232" target="_blank" rel="noopener">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0300944026001232</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Publicidade nas vias rodoviárias</title>
		<link>https://afesp.pt/publicidade-nas-vias-rodoviarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11610</guid>

					<description><![CDATA[A QUEM INTERESSA ESTE NEGÓCIO? Face ao elevado nível de acidentes rodoviários e de vítimas consequentes, a sinistralidade rodoviária em Portugal constitui-se, sensivelmente a partir do ano 2000, como uma preocupação nacional, envolvendo organismos com diversas competências e saberes, e também o poder político. O resultado foi encorajador, melhorando-se neste aspeto significativamente todas as estatísticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A QUEM INTERESSA ESTE NEGÓCIO?</strong></p>
<p>Face ao elevado nível de acidentes rodoviários e de vítimas consequentes, a sinistralidade rodoviária em Portugal constitui-se, sensivelmente a partir do ano 2000, como uma preocupação nacional, envolvendo organismos com diversas competências e saberes, e também o poder político.<br />
O resultado foi encorajador, melhorando-se neste aspeto significativamente todas as estatísticas negativas que envergonhavam o País.<br />
Infelizmente, atualmente Portugal está a retroceder nesta matéria. E não é por acaso, pois existem fatores geradores de tal retrocesso. O nível de qualidade das vias tem vindo a baixar, não existe investimento estruturado e devidamente planeado em manutenção rodoviária por parte do Estado, surgiram outros problemas de mobilidade, com o aparecimento de novos meios de transporte pessoal competindo pelos mesmos espaços de circulação, e o respeito pelos outros condutores está paulatinamente a desaparecer, possivelmente também por efeito de alguma crispação da sociedade que parece estar a acontecer, muitas vezes alimentada pelas redes sociais.<br />
Não se tratarão certamente de problemas específicos portugueses, mas parece que em Portugal o Estado se demitiu desta preocupação, não só nos aspetos que antes se referiram, como em questões de exigência social, de urbanidade, de fiscalização, e outros, dispensando-se de exigir a si próprio uma visão holística e comprometida, que defenda verdadeiramente os utilizadores das infraestruturas rodoviárias.<br />
Como exemplo do que se disse, há um fenómeno específico, silencioso, que tem vindo a crescer, parecendo inevitável. Trata-se da questão da colocação nas estradas de painéis publicitários.</p>
<p><strong>Painéis Publicitários – o impacto ambiental</strong><br />
Desde há longos anos que viajo de automóvel por estradas europeias. A conduzir, o que nos permite e oferece desde logo uma perspetiva mais atenta e incisiva sobre aspetos relacionados com a segurança rodoviária.<br />
Inevitavelmente, até pela profissão exercida, acabo por entrar sempre num processo mental de “benchmarking”.<br />
Em 2007 visitei a República Checa. Tive a perceção de que o nível de desenvolvimento rodoviário daquele país era, à data, muito inferior ao que já tinha sido atingido em Portugal.<br />
Recordo-me que uma das questões que me impressionou desfavoravelmente foi a proliferação de painéis publicitários nas autoestradas. Sem querer afirmar que em Portugal tal aspeto estaria perfeitamente tratado, não sentia então que o nível de existência deste tipo de elementos no nosso país atingisse proporções preocupantes ou significativas.<br />
Quase 20 anos depois o panorama em Portugal alterou-se radicalmente, e para pior.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11615 alignleft" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre-300x139.jpg" alt="" width="300" height="139" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre-300x139.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre.jpg 439w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Dois exemplos: na minha última viagem ao Algarve, <strong>circulando pela A2, verifiquei a existência de mais de 100 painéis (!) numa extensão de pouco menos de 50 Km.</strong> Na envolvência rodoviária da cidade de Beja, onde resido, parece ter aberto a caça aos locais de instalação destas estruturas, transformando profundamente a paisagem rodoviária. Aquilo que deveria ser um espaço funcional, focado na circulação segura de pessoas e mercadorias, torna-se cada vez mais um corredor saturado de estímulos visuais. Este fenómeno levanta preocupações sérias, tanto do ponto de vista ambiental como da segurança.</p>
<p>A integração paisagística é um elemento fundamental no equilíbrio rodoviário, mas, em muitos casos, os painéis são instalados sem quaisquer cuidados neste aspeto, criando manchas visuais agressivas que rompem a harmonia do território.<img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11612 alignright" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre4-300x163.jpg" alt="" width="300" height="163" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre4-300x163.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre4.jpg 418w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><br />
A presença constante de anúncios, letreiros luminosos e estruturas de grande dimensão provoca uma verdadeira poluição visual, que não é apenas uma perceção subjetiva; é um fenómeno estudado e quantificável.<br />
Em vez de campos, árvores ou horizontes limpos, o olhar do condutor é atraído por mensagens comerciais que competem pela sua atenção. Esta saturação visual reduz a qualidade estética do espaço público, descaracteriza zonas rurais e urbanas e contribui para uma sensação de desordem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Painéis Publicitários – o impacto na segurança</strong><br />
Não menos importante é a questão da segurança rodoviária.<br />
A publicidade nas estradas representa um fator de distração com consequências diretas na segurança rodoviária. Os anúncios são concebidos para captar a atenção — cores fortes, imagens apelativas, mensagens curtas e impactantes — exatamente o oposto do que se pretende num ambiente onde a concentração deve ser máxima.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11613 alignleft" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre3-300x111.jpg" alt="" width="300" height="111" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre3-300x111.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre3.jpg 439w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A distração visual, mesmo que por breves segundos, pode comprometer a capacidade de reação do condutor, aumentando o risco de acidentes. Estudos internacionais mostram que estímulos visuais inesperados ou excessivos podem provocar desvios de atenção semelhantes aos causados pelo uso do telemóvel.<br />
São conhecidos fundamentos técnicos e comportamentais que impactam com a segurança da condução, como a captura involuntária de atenção (estudado em ergonomia visual), o tempo de desvio do olhar, ou o aumento da carga cognitiva ao condutor, reduzindo a sua capacidade de processar informação essencial, como velocidade relativa dos veículos, distância de segurança, leitura de sinalização crítica (STOP, cedência de passagem, limites de velocidade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um conflito de interesses</strong><br />
A instalação de publicidade nas estradas coloca em confronto dois interesses: o económico, associado à promoção de marcas e serviços, e o coletivo, ligado à preservação da paisagem e à proteção dos utilizadores da via. Quando o espaço rodoviário se transforma num suporte comercial, perde-se a prioridade fundamental: garantir deslocações seguras e confortáveis.<br />
Ficamos assim perante um fenómeno em que o lucro compra a nossa atenção comprometendo a segurança, o que não devia acontecer.<br />
A publicidade nas estradas tem consequências ao nível da desintegração paisagística, e da insegurança rodoviária, sendo um fator de risco ativo.<br />
Não é neutra.<br />
Não é decorativa.<br />
É perigosa.<br />
E não é inevitável. É uma escolha política e económica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Regulamentação e fiscalização</strong><br />
Portugal tem normas. Mas tem também uma longa tradição de as ignorar. Painéis colocados demasiado perto de cruzamentos, luminosidade acima dos limites recomendados, estruturas que imitam formatos de alerta, outdoors que escondem parcialmente sinais — tudo isto existe e é tolerado. A fiscalização é mínima. E quando existe, é lenta. O resultado é um território onde o interesse comercial se sobrepõe ao interesse público.<br />
A legislação portuguesa sobre a instalação de publicidade nas estradas é bastante clara e, na verdade, mais restritiva do que a prática comum faz parecer.<br />
Na verdade, nos termos do Estatuto das Estradas da Rede Rodoviária Nacional (Lei n.º 34/2015), qualquer painel publicitário visível da estrada precisa de licença municipal, após parecer da administração rodoviária.<br />
E existem regras sobre localização permitida, conteúdo da mensagem, luminosidade, e critérios de implementação e manutenção.<br />
Ou seja, a lei reconhece explicitamente que a publicidade pode afetar a segurança rodoviária, exigindo regulamentação técnica específica, mas na prática a aplicação é frágil, permitindo que o espaço rodoviário seja colonizado por estímulos visuais que a própria lei reconhece como perigosos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11612 alignright" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre4-300x163.jpg" alt="" width="300" height="163" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre4-300x163.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/08/refre4.jpg 418w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Os painéis políticos</strong><br />
A legislação portuguesa também é clara e restritiva quanto à instalação de painéis políticos, não distinguindo entre marcas comerciais e partidos políticos. Em ambas as circunstâncias, existe uma obrigação de cumprimento de regras de segurança rodoviária.<br />
Mas a coberto de uma certa permissividade face ao seu carácter, os painéis de cariz político são muitas vezes instalados à pressa, sem critérios técnicos, com estruturas improvisadas, frágeis ou mal fixadas, colocados em locais inadequados. Mais uma vez não é dada atenção exclusiva à condução.<br />
A estrada não deveria ser utilizada como palco de campanha, acrescendo que a publicidade política agrava o risco por trazer um elemento adicional, que é a intenção de persuasão emocional com elevada capacidade de captura involuntária de atenção através da utilização de cores fortes, slogans curtos e rostos humanos.<br />
Critérios técnicos bem definidos, como sejam a proibição de colocação de painéis publicitários onde a circulação se faça a maiores velocidades ou a criação de zonas de exclusão absoluta em curvas, rotundas, entroncamentos e acessos, o reforço da fiscalização municipal e nacional por forma a garantir a remoção imediata de estruturas ilegais, e a implementação de auditorias visuais periódicas às vias municipais e nacionais poderiam ser fatores contributivos para uma melhoria das questões levantadas e para a existência de maior segurança nas estradas.</p>
<p>Luis Melo, engº<br />
Embaixador da AFESP região Alentejo</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assim não….</title>
		<link>https://afesp.pt/assim-nao-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11560</guid>

					<description><![CDATA[Um acidente gravíssimo envolvendo dois mortos e dois feridos, ocorreu na Av da India em LISBOA, há dois dias. Mais duas vítimas mortais em meio urbano, onde se registam cerca de 50% dos mortos em Portugal. A que se deveu este acidente?&#8230;ao Fator Humano? Á infraestrutura? Ao efeito combinado dos dois fatores? A outros fatores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="11560" class="elementor elementor-11560" data-elementor-settings="{&quot;element_pack_global_tooltip_width&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_width_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_width_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_padding&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_padding_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_padding_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true}}" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-3aeba4c9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="3aeba4c9" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-54a78373 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="54a78373" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Um acidente gravíssimo envolvendo dois mortos e dois feridos, ocorreu na Av da India em LISBOA, há dois dias.<br /><br />Mais duas vítimas mortais em meio urbano, onde se registam cerca de 50% dos mortos em Portugal.<br /><br />A que se deveu este acidente?&#8230;ao Fator Humano? Á infraestrutura? Ao efeito combinado dos dois fatores? A outros fatores que intervieram?&#8230; Não saberemos até que o caso deixe de estar em segredo de justiça e até que a análise do acidente esteja concluída. Levará muito tempo? Estamos certos de que sim. O tempo suficiente para que, no caso das conclusões virem a apontar deficiências da infraestrutura para além de outras, os condutores que, no entretanto, circularem naquela Avenida, continuarem durante esse período, sujeitos a riscos desnecessários.<br />Diga-se que, na nossa apreciação as condições de segurança da citada Avenida, deixam muito a desejar. Desde logo no que se refere à ausência, há anos, de sinalização horizontal, medida de engenharia básica, absolutamente indispensável e com a melhor relação custo-benefício para a segurança rodoviária, tratando-se ainda para mais duma Avenida com duas vias de tráfego em cada sentido!</p><p><br />Uma Avenida com duas vias de tráfego em cada sentido e sem um separador físico, exige necessariamente condições de segurança otimizadas.</p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-e2877c9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="e2877c9" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
		<div class="elementor-element elementor-element-2f33307 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="2f33307" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-7692d19 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="7692d19" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-a9a1d42 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="a9a1d42" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-268ff73 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="268ff73" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									Av. da India  ena qual nem a linha de eixo nem a linha de separação de vias se vêm com distinção								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-d76fbfd e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="d76fbfd" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-5a77ac0 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="5a77ac0" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									Vejam-se outros casos de Avenidas com 2&#215;2 vias, como é exemplo a Av. Marginal (aliás a mesma EN6 como era classificada a Av. da India) e compare-se os equipamentos de segurança existentes que, no mínimo, se têm de resumir a marcas rodoviárias com qualidade e a um separador físico ou materializado através de balizas verticais.								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-77d9ba2 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="77d9ba2" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
		<div class="elementor-element elementor-element-0e0f1c3 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="0e0f1c3" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				<div class="elementor-element elementor-element-57698db elementor-widget elementor-widget-image" data-id="57698db" data-element_type="widget" data-widget_type="image.default">
				<div class="elementor-widget-container">
															<img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="300" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/AI-03.jpg" class="attachment-full size-full wp-image-11564" alt="" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/AI-03.jpg 500w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/AI-03-300x180.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" />															</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-1e5e8c5 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="1e5e8c5" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									Troço da mesma via com duplo eixo e balizas verticais								</div>
				</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-099c10a e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="099c10a" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				<div class="elementor-element elementor-element-84786b8 elementor-widget elementor-widget-image" data-id="84786b8" data-element_type="widget" data-widget_type="image.default">
				<div class="elementor-widget-container">
															<img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="300" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/AI-04.jpg" class="attachment-full size-full wp-image-11563" alt="" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/AI-04.jpg 500w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/AI-04-300x180.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" />															</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-5023807 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="5023807" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									Troço da Av. Marginal com separador físico								</div>
				</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-61b1e10 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="61b1e10" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-34689d8 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="34689d8" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Existem estes equipamentos na Av. da India. Não.!<br /><br />Então o que há a fazer desde já, sem mais delongas, é mandar elaborar uma Inspeção de Segurança Rodoviária de acordo com as normas estabelecidas, para que se venham a conhecer, através de entidade independente, as condições, a nosso ver deploráveis que são oferecidas todos os dias aos condutores e, se tomem medidas imediatas para que o fator infraestrutura não possa ser variável explicativa total ou parcial de um outro qualquer acidente que venha a ocorrer.<br /><br />Senhores dirigentes da Câmara Municipal de Lisboa, por favor, obriguem-se a tomar a iniciativa de tornar mais segura a cidade em matéria rodoviária e já agora, façam uma análise equivalente a outras “Avenidas” e vias estruturantes da cidade e verão que a falta de cuidado e de manutenção, é, manifestamente, há muitos anos uma regra e não uma exceção,</p><p><br /><strong>JSM 20 de Julho, 2026</strong></p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>VISÃO ZERO 2030: MENOS VELOCIDADE, MAIS VIDA NO MEIO URBANO</title>
		<link>https://afesp.pt/visao-zero-2030-menos-velocidade-mais-vida-no-meio-urbano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11551</guid>

					<description><![CDATA[Após aprovação recente em Conselho de Ministros, seguiu para consulta pública a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária de Portugal, também conhecida por Visão Zero 2030. Esta estratégia tem como meta reduzir em 50% as mortes e feridos graves nas estradas portuguesas até 2030 e alcançar zero mortos e feridos graves até 2050 — o que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11552" aria-describedby="caption-attachment-11552" style="width: 129px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11552" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot-2026-07-03-at-13.05.32.jpg" alt="" width="129" height="167" /><figcaption id="caption-attachment-11552" class="wp-caption-text"><b>Adriano Sousa, engº (*)</b></figcaption></figure>
<p>Após aprovação recente em Conselho de Ministros, seguiu para consulta pública a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária de Portugal, também conhecida por Visão Zero 2030. Esta estratégia tem como meta reduzir em 50% as mortes e feridos graves nas estradas portuguesas até 2030 e alcançar zero mortos e feridos graves até 2050 — o que representa uma meta muito ambiciosa face ao ponto de partida.</p>
<p>O conceito de Visão Zero nasceu na Suécia, em 1997, partindo de uma premissa simples: nenhuma morte prematura no trânsito é aceitável. A sua aplicação prática permitiu que o trânsito sueco passasse a ser um dos mais seguros do mundo e serviu de exemplo para a implementação de sistemas seguros de mobilidade em diversos países.<br />
Não obstante o tratamento da sinistralidade rodoviária recomendar uma abordagem holística, está provado que as principais causas dos acidentes residem no fator humano e na infraestrutura viária — especialmente a das zonas urbanas, onde se registam mais acidentes e atropelamentos — , visto que a segurança dos automóveis registou melhorias substanciais nas últimas décadas.</p>
<p>Uma cidade que se pretende moderna, segura e inclusiva deve promover a coabitação pacífica do peão com os diferentes meios de transporte, impedindo que se continue a conceder ao automóvel autênticas pistas de aceleração que colocam em risco os utentes mais vulneráveis.<br />
Rui Moreira, ex-Presidente da CM do Porto, afirmou que “o novo paradigma de mobilidade urbana e de regeneração das cidades exige uma graduação no uso do espaço público, priorizando, em primeiro lugar, o peão, especialmente os mais vulneráveis: crianças, idosos, pessoas com deficiência e grávidas; depois os modos suaves, os transportes públicos e, por fim, os automóveis. Na selva, é o mais forte que geralmente ganha. Na cidade é o mais fraco que deve ganhar.”</p>
<p>Infelizmente, a realidade diz-nos que no meio urbano o elo mais fraco ainda continua a ser o peão!<br />
Dados divulgados pela ANSR, PSP e GNR revelam que entre 2022 e 2024 morreram 327 peões e 94 utilizadores de velocípedes em acidentes rodoviários ocorridos, maioritariamente, dentro das localidades e em estradas secundárias. Daí ser urgente redesenhar as ruas urbanas, dotando-as de medidas de acalmia de tráfego, especialmente nas vias distribuidoras locais, de coexistência e pedonais.<br />
Perante este cenário de autêntica “guerra civil nas estradas” , é de louvar a atitude firme e decidida do Ministro da Administração Interna (MAI) de combater este flagelo. Destaca-se o agravamento das coimas e sanções acessórias aos condutores que pratiquem manobras perigosas, circulem em excesso de velocidade, sob o efeito do álcool ou a manusear o telemóvel. Importa ainda referir o fim dos pré-avisos das operações STOP, o combate às prescrições das coimas através de um tratamento mais célere e digital, e a reativação da Brigada de Trânsito da GNR.<br />
Mas é preciso ir mais longe. A alteração do Código da Estrada, prevista para breve, deveria ser aproveitada para introduzir a criminalização dos grandes excessos de velocidade, à semelhança do que já acontece em alguns países europeus. Conduzir nessas circunstâncias é comparável a transportar uma arma pronta a disparar e a matar.<br />
Face à postura rigorosa e empenhada do MAI, há sempre quem reaja com o conhecido argumento de que tudo isto não passa de uma<br />
“caça à multa”. A esses, valerá a pena lembrar que só é multado quem infringe as regras do Código da Estrada.</p>
<p>18/06/2026<br />
(*) &#8211; Vice-Presidente do Fórum Energia e Clima<br />
Embaixador da AFESP para a Região de Bragança e Vila Real</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assim não….</title>
		<link>https://afesp.pt/assim-nao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11535</guid>

					<description><![CDATA[A caminho de um Monumento Nacional classificado há mais de 80 anos, procurado por nacionais e visitado por muitos turistas estrangeiros, é usado um acesso rodoviário que contem algumas “pérolas” demonstrando a displicência, insensibilidade e falta de cultura de segurança rodoviária. Onde estão os responsáveis? engenheiros da manutenção, do trânsito e Diretores municipais? E os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminho de um Monumento Nacional classificado há mais de 80 anos, procurado por nacionais e visitado por muitos turistas estrangeiros, é usado um acesso rodoviário que contem algumas “pérolas” demonstrando a displicência, insensibilidade e falta de cultura de segurança rodoviária.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11537 alignright" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/06/rrr.jpg" alt="" width="195" height="224" />Onde estão os responsáveis? engenheiros da manutenção, do trânsito e Diretores municipais? E os  Vereadores e Presidentes que organizam e definem a gestão autárquica, estabelecem prioridades, concedem recursos e têm obrigação de pugnar pelos interesses locais, protegendo os cidadãos e a imagem do país? Ninguém se apercebeu?  Não há verbas?  …ou simplesmente olham e não veem? E nós, cidadãos, continuamos apenas a resmungar?</p>
<p>Não temos direito a coisa melhor?  Não exigimos melhores condições de segurança, porquê?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11536 alignleft" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/06/aaqw.jpg" alt="" width="195" height="224" />No tardoz dos sinais que são vários, todos no mesmo estado de degradação, ainda se podem ver registos da empresa que os fabricou. A empresa fechou em 2012, o que significa que os sinais estão colocados na estrada há mais de 14 anos.! Como é possível, se ao fim de 7 anos não há garantias de qualidade mínima das telas retrorrefletoras, recomendando-se por isso, a substituição de um sinal.?&#8230;para que serve, então, este testemunho de laxismo, que já nem tem força de lei.? ..oxalá servisse para nos fazer mudar a forma de pensar.</p>
<p>E assim, a   Vida continua.</p>
<p>Continua, mas não para todos. Pois nos últimos 7 anos morreram mais de 5.000 cidadãos em acidentes rodoviários. Será que a culpa é só do álcool e do excesso de velocidade como é insistentemente referido? E o resto? …não é importante?&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Formação dirigida a técnicos superiores</title>
		<link>https://afesp.pt/formacao-dirigida-a-tecnicos-superiores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11491</guid>

					<description><![CDATA[Teve lugar durante 3 dias (de 19 a 21 de Maio) na sede de Infraestruturas de Portugal uma ação de formação promovida pela AFESP dirigida apenas a técnicos superiores da empresa pública, com o objetivo de melhorar o conhecimento em vários domínios do saber, mas sempre no âmbito da segurança rodoviária. Estiveram presentes mais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="11491" class="elementor elementor-11491" data-elementor-settings="{&quot;element_pack_global_tooltip_width&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_width_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_width_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_padding&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_padding_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_padding_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true}}" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-dcc6079 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="dcc6079" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
		<div class="elementor-element elementor-element-b680070 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="b680070" data-element_type="container">
		<div class="elementor-element elementor-element-ba0058c e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="ba0058c" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-a104dec elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="a104dec" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									Teve lugar durante 3 dias (de 19 a 21 de Maio) na sede de Infraestruturas de Portugal uma ação de formação promovida pela AFESP dirigida apenas a técnicos superiores da empresa pública, com o objetivo de melhorar o conhecimento em vários domínios do saber, mas sempre no âmbito da segurança rodoviária. Estiveram presentes mais de vinte técnicos superiores da IP, essencialmente, da área do projeto rodoviário.								</div>
				</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-68cfad4 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="68cfad4" data-element_type="container">
		<div class="elementor-element elementor-element-74ce66e e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="74ce66e" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-f11ad1a elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="f11ad1a" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									Os fatores humanos, os mecanismos da percepção e a engenharia como instrumento de modelação de comportamentos na estrada e na rua, foram também tópicos muito oportunos e que suscitaram uma interessante reflexão.
								</div>
				</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-3613583 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="3613583" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
		<div class="elementor-element elementor-element-4a4fafa e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="4a4fafa" data-element_type="container">
		<div class="elementor-element elementor-element-7e69b4f e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="7e69b4f" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-6ae2a59 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="6ae2a59" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									A ação de formação versou domínios como a monitorização da qualidade das marcas rodoviárias, a utilização de novos materiais. 								</div>
				</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-e50c93f e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="e50c93f" data-element_type="container">
		<div class="elementor-element elementor-element-13cc3cb e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="13cc3cb" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-596eea9 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="596eea9" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									O futuro da tecnologia e as capacidades atuais das novas tecnologias foram abordados no sentido de uma manifesta complementaridade humana, e também como forma de minorar as insuficiências e erros atribuídos às limitações humanas.								</div>
				</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-8557b7c e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="8557b7c" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
		<div class="elementor-element elementor-element-628db47 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="628db47" data-element_type="container">
		<div class="elementor-element elementor-element-20589b8 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="20589b8" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-8f4919d elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="8f4919d" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Também os pavimentos, suas características funcionais e sua auscultação, foram temas discutidos além dos dispositivos de retenção e suas características, quer em projeto quer em obra.</p>								</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-469140c e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="469140c" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-8330581 e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="8330581" data-element_type="container">
		<div class="elementor-element elementor-element-197b21c e-con-full e-flex e-con e-child" data-id="197b21c" data-element_type="container" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-89b567f elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="89b567f" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>A ação de formação contou com formadores nacionais e estrangeiros, designadamente, espanhóis, austríacos e polacos que vieram trazer as experiências e também as dúvidas técnicas destes países, contribuindo para uma discussão técnica que veio a revelar que estes assuntos estão longe de se encontrarem esgotados, outrossim, capazes de receber contributos uteis para a melhoria do conhecimento nestes sectores.<br /><br />A ação de formação contou com o protagonismo e cooperação das empresas associadas Norvia, Viamarca e Metalogalva tendo esta última suscitado o envolvimento das empresas DELTABLOC, STEELBLOC e METALESA.</p>								</div>
				</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EMEL contrata associada AFESP &#8211; Viamarca</title>
		<link>https://afesp.pt/emel-contrata-associada-afesp-viamarca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 15:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=11485</guid>

					<description><![CDATA[A EMEL adjudicou à Viamarca, associada AFESP, a execução de trabalhos de sinalização horizontal e vertical e balizamento em Lisboa, com foco especial na rede de ciclovias da cidade. O contrato tem um valor global de 250 mil euros e uma duração máxima de três anos (1095 dias), sendo executado de acordo com as necessidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EMEL adjudicou à Viamarca, associada AFESP, a execução de trabalhos de sinalização horizontal e vertical e balizamento em Lisboa, com foco especial na rede de ciclovias da cidade.<br />
O contrato tem um valor global de 250 mil euros e uma duração máxima de três anos (1095 dias), sendo executado de acordo com as necessidades operacionais identificadas ao longo do período contratual. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11486 alignright" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em-224x300.jpg 224w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em-764x1024.jpg 764w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em-768x1030.jpg 768w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em.jpg 853w" sizes="(max-width: 224px) 100vw, 224px" /><br />
A iniciativa insere-se na estratégia da EMEL de promoção da mobilidade sustentável, com o objetivo de melhorar a segurança rodoviária, incentivar o uso da bicicleta e qualificar o espaço público urbano.</p>
<p>Detentora de marcação CE segundo a Norma EN 12899-1:2007 para os “Sinais Fixos de Sinalização de Trânsito Vertical” e para as “Placas de Sinalização para Sinais</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11488 alignleft" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em2-264x300.jpg" alt="" width="201" height="228" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em2-264x300.jpg 264w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em2-768x872.jpg 768w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/05/Em2.jpg 853w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" />Fixos de Sinalização de Trânsito Vertical” e ainda de certificação dos painéis de trânsito de dimensão variável, a Viamarca assegura elevados padrões técnicos e operacionais,<br />
afirmando-se como parceiro de referência na implementação de soluções de sinalização rodoviária em Portugal.</p>
<p>A Viamarca faz parte do Grupo NOV Indústria, o qual envolve cinco empresas com atuação em diversas áreas industriais — desde tintas e revestimentos para construção civil e produtos termoplásticos para marcação rodoviária, betão pronto, agregados e betuminosos, sinalização vertical e horizontal (Viamarca), e metalomecânica, manutenção e transportes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CANDELA &#8211; Mais uma empresa associada da AFESP no caminho da Inovação</title>
		<link>https://afesp.pt/candela-mais-uma-empresa-associada-da-afesp-no-caminho-da-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nuno.mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 11:11:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=10973</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="width: 800px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-10973-1" width="800" height="800" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Video-2026-01-13-at-17.31.31.mp4?_=1" /><a href="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Video-2026-01-13-at-17.31.31.mp4">https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Video-2026-01-13-at-17.31.31.mp4</a></video></div>
]]></content:encoded>
					
		
		<enclosure url="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Video-2026-01-13-at-17.31.31.mp4" length="22223590" type="video/mp4" />

			</item>
		<item>
		<title>A AFESP volta a difundir conhecimento…</title>
		<link>https://afesp.pt/evento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Afesp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 17:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://afesp.pt/?p=10862</guid>

					<description><![CDATA[  A AFESP volta a difundir conhecimento… No domínio das Marcas Rodoviárias e da Sinalização Vertical realizaram-se nos passados dias 21 e 22 Out em Guimarães mais duas ações formativas que contaram com a presença de mais de 60 Formandos, oriundos do setor público e privado. Depois de alguns anos de paragem a AFESP reiniciou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10862" class="elementor elementor-10862" data-elementor-settings="{&quot;element_pack_global_tooltip_width&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_width_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_width_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;size&quot;:&quot;&quot;,&quot;sizes&quot;:[]},&quot;element_pack_global_tooltip_padding&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_padding_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_padding_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius_tablet&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true},&quot;element_pack_global_tooltip_border_radius_mobile&quot;:{&quot;unit&quot;:&quot;px&quot;,&quot;top&quot;:&quot;&quot;,&quot;right&quot;:&quot;&quot;,&quot;bottom&quot;:&quot;&quot;,&quot;left&quot;:&quot;&quot;,&quot;isLinked&quot;:true}}" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-5f2d01ee e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="5f2d01ee" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-12438197 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="12438197" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p> </p><p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;">A <strong>AFESP</strong> volta a difundir <strong>conhecimento…</strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-10863 alignnone" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem1-evento-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem1-evento-300x199.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem1-evento.jpg 594w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p>No domínio das Marcas Rodoviárias e da Sinalização Vertical realizaram-se nos passados dias 21 e 22 Out em Guimarães mais duas ações formativas que contaram com a presença de mais de 60 Formandos, oriundos do setor público e privado.</p><p>Depois de alguns anos de paragem a AFESP reiniciou um programa de difusão do conhecimento em áreas consideradas muito sensíveis e carenciadas do setor rodoviário.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-10864 alignnone" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem2-evento-300x148.jpg" alt="" width="300" height="148" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem2-evento-300x148.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem2-evento-768x380.jpg 768w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem2-evento.jpg 779w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p>Pretende-se melhorar a Qualidade dos procedimentos, do projeto, da aplicação de produtos, da escolha de equipamentos e da monitorização e controlo do desempenho, contribuindo para um ambiente viário mais seguro.</p><p>Além da participação de Formadores da AFESP devidamente acreditados contamos igualmente com a participação da Univ. do Minho que nos trouxe Inovação e nos deu a conhecer avanços científicos relevantes em particular nas Marcas Rodoviárias.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-10865 alignnone" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem3-evento-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem3-evento-300x170.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem3-evento.jpg 653w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p><em>Aluno de doutoramento da Univ do Minho dá conta da investigação que tem em curso em matéria de Marcas Rodoviárias</em></p><p>Por fim, uma mostra de produtos inovadores abrilhantou as secções formativas, aliás, muito participadas.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-10866 alignnone" src="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem4-evento-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" srcset="https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem4-evento-300x165.jpg 300w, https://afesp.pt/wp-content/uploads/2025/10/Imagem4-evento.jpg 662w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-8c4cab6 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="8c4cab6" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-bc05303 elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="bc05303" data-element_type="widget" data-widget_type="heading.default">
				<div class="elementor-widget-container">
					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">A AFESP volta a difundir conhecimento…</h2>				</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-11a4744 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="11a4744" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-662b8c8 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="662b8c8" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.</p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-2868f10 e-grid e-con-boxed e-con e-parent" data-id="2868f10" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-366e8ba e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="366e8ba" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-5fe0a70 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="5fe0a70" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
					</div>
				</div>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
