AFESP 21 de Julho de 2017  
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VI Seminário AFESP

A AFESP, com o patrocínio da VOLVO e da BRISA, irá levar à VOLVO VILLAGE o seu VI SEMINÁRIO, a realizar no dia 2 de Novembro. Teremos um grande evento a assinalar os 15 anos da AFESP ao serviço da segurança rodoviária.

Convite VI Seminário AFESP

Destinatários do Seminário: Todo o sector rodoviário, associadas e associações congéneres, indústria automóvel, escolas de condução, engenheiros e projetistas em sinalização, técnicos das entidades gestoras das estradas e das regiões/delegações/centros operacionais regionais, consultores, entidades públicas e privadas de segurança rodoviária, quadros das áreas técnicas operacionais e não operacionais da rede rodoviária, juristas, académicos e docentes ligados ao sector dos transportes e das vias de comunicação.

Tema: As estradas que os veículos autónomos devem ler
As comunicações serão focadas na compreensão de quais são os benefícios de segurança rodoviária e quais novos riscos introduzidos pelos veículos autónomos, quais os pré-requisitos da infra estrutura e da sinalização que devem estar implementados antes que os veículos sejam colocados à venda, o que as empresas de tecnologia e indústria de veículos podem esperar, de que forma Portugal está preparado para receber investimentos na promoção de mobilidade e automóveis autónomos nas próximas décadas.

Após as comunicações do seminário, haverá um spot promocional de produtos e soluções. Os participantes terão oportunidade de visitar a Volvo Village e aceder ao espaço expositivo dos visitantes.

Convidamos também os participantes a reunirem-se no jantar comemorativo dos 15 anos da AFESP, a realizar na zona (brevemente estará disponível a indicação do local e ementa), efeito para o qual disponibilizamos um pacote/preço único de acesso. Todas as condições em www.afesp.pt.

Divulgamos aqui o programa provisório e a ficha de participação, aconselhando a uma rápida inscrição face ao elevado número de participantes esperados e ao número limitado de lugares.

Materiais Retrorrefletores e Visibilidade em Zona de Obras

Apesar dos inúmeros avanços no sector rodoviário; veículos autónomos, estradas inteligentes, comunicações veículos-via, as zonas de obras continuam a constituir um risco e a ser uma das maiores ameaças para a segurança viária, dado o imprevisível da situação e a dificuldade em a mapear.

É por isso que a sinalização correta e materiais de maior visibilidade são fundamentais para a referenciação em zonas de obras.

Os troços em OBRAS são a principal causa para que um condutor se possa encontrar numa situação imprevista.

Estas situações obrigam a reduzir subitamente a velocidade e implicam um risco hipotético de:

  • Travagem súbita
  • Choques e colisões
  • Saídas da estrada devido a guinadas
  • Colisão contra um obstáculo ou elemento da via
  • Atropelamento de pessoas (trabalhadores da zona de obras)

E um dos perigos mais graves, implícito na zona de obras, é aí existirem trabalhadores, pelo que um acidente nestas circunstâncias não coloca apenas em risco os próprios condutores que circulam na via, como também os trabalhadores da própria obra.

Experiência em Espanha

É tão relevante a sinistralidade em troços em obras que dos 20 tipos de acidentes categorizados pela DGT, 5 podem ocorrer numa zona de obras.

Na 3M, trabalhamos há mais de 50 anos em Segurança Viária e a aplicar a nossa I+D no desenvolvimento de novas tecnologias e materiais retrorrefletores que forneçam aos sinais de trânsito uma melhor visibilidade, garantindo, deste modo, a segurança e minimizando o perigo nas estradas, tanto para os condutores e passageiros como para os trabalhadores na via.

Materiais Retrorrefletores e tecnologia microprismática

A utilização de materiais retrorrefletores cuja classe de retrorrefletância se adeque à situação de visibilidade em que nos encontramos, de materiais largamente testados, já que vão estar expostos às intempéries de forma prolongada e contínua, têm de garantir uma durabilidade adequada, assegurar tanto a visibilidade diurna, como a noturna. Tudo isso, juntamente com o estudo das características do troço que tem de ser sinalizado, como a localização dos sinais, o efeito da sujidade, a poluição luminosa, faz com que o projeto de sinalização seja concluído com êxito, contribuindo desse modo para a melhoria da Segurança Viária e para a redução da sinistralidade na estrada.

A Retrorreflexão é uma propriedade da visibilidade noturna; consiste no retorno da luz dos faróis do veículo, através da reflexão produzida na película retrorrefletora.

Em zonas de obras devem ser utilizados os materiais que nos garantam a maior retrorreflexão, tendo em conta todas as condicionantes da zona.

Com a tecnologia microprismática foram conseguidos níveis de retrorreflexão que atingiram os 60% de luz refletida (DGCubo NIII, Microprismas)

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A Fluorescência é uma propriedade da visibilidade diurna, baseada na absorção de luz de comprimentos de onda mais curtos e na emissão de comprimentos de onda mais longos.

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Os sinais de trânsito fabricados com Películas Retrorrefletoras Fluorescentes terão uma boa visibilidade diurna e noturna, tornando-os mais apelativos e, por consequência, ideais para efetuar uma sinalização especial, como pode ser, neste caso, a sinalização de uma zona de obras.

Neste sentido, as recomendações de utilização destes materiais são colocadas de duas formas:

  1. O efeito Porta
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  3. Marcar os sinais de código mais críticos com material fluorescente
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Balizagem e sinalização temporária

A utilização de materiais Retrorrefletores na estrada não se limita ao fabrico de sinais de trânsito, mas também abrange elementos de balizagem e sinalização de pavimentos.

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Um dos principais riscos nas obras é a convivência de marcas rodoviárias temporárias, correspondentes à nova situação da via, com as marcas permanentes, válidas antes do início da obra.

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Por isso, a Instrução de Estradas do Ministério para a sinalização de Obras em, Espanha é a seguinte: 8.3-I.C, exige que os materiais a utilizar na marcação de pavimentos deverão poder ser eliminados no final das obras sem alterar a superfície da estrada, devendo ser utilizadas para isso, marcas «adesivas e amovíveis» quando a marcação é realizada sobre pavimento definitivo.

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A 3M completa o seu catálogo de produtos para a estrada com marcadores, películas para a marcação de segurança e de identidade corporativa em veículos de serviços de emergência e conservação de estradas.

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Definitivamente: trata-se de dotar a estrada de uma maior segurança, especialmente em situações tão imprevistas e com tantos riscos, como as zonas de obras.

Esta segurança é obtida proporcionando uma boa visibilidade aos elementos de sinalização, através da utilização de materiais retrorrefletores, para que o condutor os possa detetar, ler e interpretar com tempo suficiente para poder realizar manobras de forma segura.

Quanto mais avançarem as tecnologias com vista a dotar as estradas de inteligência, mais necessária se tornará a visibilidade dos elementos de trânsito, que irão servir de suporte a toda essa tecnologia.

Temos de satisfazer as necessidades dos condutores atuais e as exigências das novas estradas do futuro e isso apenas se consegue com a execução dos melhores planos de sinalização e com a utilização dos melhores produtos.

Notícias Recentes

  • Efeitos das características da marcação rodoviária nos sistemas de visão artificial.
    Potters

    O equipamento de teste, o protocolo e os resultados duma pesquisa promovida pela POTTERS sobre os efeitos das marcas rodoviárias na tecnologia do futuro, serão objeto de um artigo inserido na 7ª edição da Revista Portuguesa de Sinalização, distribuída pelos participantes do VI Seminário AFESP. Os sistemas de visão artificial estão progressivamente mais presentes nos novos veículos. Esta tecnologia permite, entre outras, a deteção da marcação rodoviária comunicando positivamente com o condutor do veículo, como por exemplo indicando mudança de faixa e manutenção em faixa de rodagem. Para compreender os efeitos das características da marcação rodoviária (contribuição da largura de linha, cor e retrorreflexão, em condições seco e húmido, na performance e desempenho dos sistemas de visão artificial), foram efetuados estudos pioneiros da interação entre os dois mundos da marcação rodoviária Sendo uma primeira pesquisa, este estudo oferece uma base de trabalho para investigadores, concessionárias rodoviárias e indústria automóvel, com vista a um entendimento geral para a construção. O artigo a publicar resulta de uma comunicação apresentada no Conselho de Pesquisa de Transportes, 96ª Reunião Anual, Washington, DC, em janeiro de 2017.
     

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  13-07-17  
  Autarca reconhece que a falta de manutenção da estrada é factor de sinistralidade  
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  11-07-17  
  ANSR reconhece a má conservação das estradas como factor de acidente  
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