AFESP 22 de Outubro de 2017 DGERT - Entidade Formadora Certificada  
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Mensagem de Ano Novo

Na transição para 2017, a AFESP declara que o futuro é hoje e Portugal tem de acelerar a adaptação das estradas à inovação tecnológica. Estamos numa nova viagem sem retorno e o país tem de estar preparado para receber investimentos na promoção da mobilidade e dos automóveis das próximas décadas.

Isso significa que as infra estruturas rodoviárias e a componente da sinalização têm de se adaptar às novas necessidades, garantindo cores, tamanho e forma recomendáveis na sinalização de trânsito e marcas rodoviárias, sob pena de não ser eficaz a implementação das novas tecnologias e colocar em risco a segurança rodoviária em vez de a melhorar.

Isto significa que Portugal, por si e como país de turismo em crescendo, terá que adotar as práticas europeias existentes que permitam a circulação dos veículos inteligentes e garantam o retorno do investimento da industria automóvel no nosso país.

A AFESP oferece o seu apoio para a formação de grupos de trabalho dedicados a cooperar com o sector automóvel na adaptação da sinalização para otimizar a eficácia dos sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) e avaliar a qualidade das marcações rodoviárias e sinais de trânsito nas principais estradas. Julgamos que 2017 será um novo ano carregado de energia que permita demonstrar quão necessário é a manutenção e implementação de sinalização para um reconhecimento viável e eficaz nos novos veículos:

  • A tecnologia é semelhante ao olho humano: lê a estrada e lê a sinalização para se manter na rota certa e do lado correto da estrada e alertar para os riscos potenciais nas rodovias e prevenir acidentes. A tecnologia não pode funcionar de forma eficaz se não conseguir ler a sinalização ou se esta estiver desgastada, escondida ou for confusa. O que o olho humano lê também o veículo inteligente terá de ler. Em 2025, daqui a 8 anos, a maioria das viagens de carro será efetuada por veículos com tecnologia avançada que precisa de condições para ler a estrada.
  • A infra estrutura terá que estar adaptada a satisfazer estas exigências caso contrário os benefícios de segurança e prevenção de acidentes será gorada. Esperamos que estes sejam os argumentos derradeiros, se outras razões não houvessem, para ser adotado urgentemente um plano nacional de conservação e implementação de sinalização na rede rodoviária.

A Influência da Sinalização, da Iluminação e da Visão na Segurança Rodoviária: Uma Abordagem Interdisciplinar

A sinalização vertical bem como a horizontal, constitui um dos meios mais eficazes de garantir as mais adequadas condições de segurança rodoviária, desde que adequadamente implantada e mantida.

Para que as melhores condições de segurança rodoviária se verifiquem, existe ainda a necessidade de tomar em consideração o modo como as especificidades de cada sistema de sinalização influencia e condiciona o comportamento dos indivíduos. Frequentemente dissociadas em análises de segurança rodoviária, a iluminação, a visão e a sinalização possuem pontos de contacto importantes que quando devidamente abordados contribuem para a melhoria da já mencionada segurança.

De entre os vários fatores que contribuem para a segurança rodoviária podem mencionar-se a existência de boas condições de iluminação e de sinalização. A sinalização, vertical e horizontal, constitui um dos meios mais eficazes de garantir a referida segurança mas há que ter em consideração que as especificidades de cada sistema de sinalização influencia e condiciona o comportamento dos indivíduos (Santos, 1999; Santos, 2000; Santos et al., 2000).

A função da sinalização rodoviária consiste em regular o trânsito, indicando aos utentes da via a forma correta e segura como esta deve ser utilizada (INIR, 2008). Os dispositivos utilizados na sinalização do trânsito devem desempenhar uma função efetivamente necessária, favorecer a legibilidade da via, ser claros e simples, possibilitando o repito das suas indicações num período de tempo compatível com os requisitos de segurança específicos. De acordo com o Regulamento de Sinalização do Trânsito (RST, 1998), a sinalização do trânsito compreende:

  1. sinalização vertical
  2. sinalização horizontal
  3. sinalização luminosa
  4. sinalização temporária
  5. sinalização dos agentes reguladores do trânsito
  6. sinalização dos veículos automóveis.

A adequada sinalização rodoviária constitui um dos principais meios de mitigação dos riscos na segurança rodoviária. Sendo um meio, preferencialmente passivo, e em princípio inteligível por todos os principais envolvidos no processo rodoviário (condutores e peões), deve contribuir para a segurança mediante a identificação dos principais riscos e sugestão ou imposição de meios de mitigação ou eliminação desses riscos (Bivar et al., 2006; IESNA, 2000). Adicionalmente a sinalização pode assumir ainda um papel meramente informativo que pode não ter que ver diretamente com questões de segurança (a indicação da localização de um determinado monumento ou arruamento, por exemplo). É ainda possível distinguir a sinalização do tipo permanente da sinalização temporária (indicação de realização de obras em vias de circulação, por exemplo). A sinalização pode também assumir um caráter estático (painéis tradicionais com informação não variável no tempo, por exemplo) ou um caráter dinâmico (sinalização com iluminação própria de conteúdo variável).

A importância da sinalização horizontal é por demais evidente uma vez que, entre outras funções, estabelece as condições para uma circulação segura e expedita ao balizar a movimentação transversal ou longitudinal dos veículos (passagens para peões, por exemplo). Para além disso pode servir de interface na relação entre veículo-peão ao estabelecer zonas de não coexistência física em simultâneo. À semelhança de outros tipos de sinalização a sinalização horizontal deve ser projetada e implementada de modo a que a sua visibilidade seja máxima e essa visibilidade, do ponto de vista técnico é verificada mediante análise/medição de um conjunto de parâmetros padronizados (coeficiente de retrorreflexão, fator de luminância e coordenadas cromáticas (CEN, 2015)).

À semelhança da sinalização horizontal, a sinalização vertical desempenha também um papel fundamental na segurança rodoviária ao transmitir a condutores e peões informação fundamental relacionada com a segurança (estabelecendo limites, obrigatoriedades e sugestões, tanto em relação às vias como ao ato de deslocação em veículos motorizados), orientação, localização, ou outra de caráter mais geral.

Formação Presencial 2017

A AFESP tem permanentemente em curso junto das empresas, gestores das vias, universidades e empresas, formação em Sinalização.

A Formação AFESP na área da Sinalização e Segurança Rodoviária tem por objectivo ajudar a combater a sinistralidade, a colaborar na construção das vias, sobretudo nas zonas urbanas e todas as que se apresentem em mau estado, com a explanação dos motivos que levam a uma tão elevada sinistralidade, com ênfase na sinalização como componente da infra estrutura rodoviária que tem um peso significativo na prevenção.

As formações podem ser personalizadas de acordo com os interesses, matérias e duração pretendida para a ação a desenvolver. Todas são estruturadas de acordo com os destinatários. O tempo por área poderá ser alterado e adaptado aos fins em vista.

As ações de formação visam dotar os destinatários de competências específicas no domínio da Sinalização e Segurança Rodoviária, visando em concreto questões relacionadas com o fabrico, colocação e manutenção de sinalização, os materiais adequados e aspetos relacionados com a inspeção às marcas rodoviárias e à sinalização vertical e equipamentos de Segurança rodoviária.

Plano Estratégico de Formação AFESP – Mais informação em www.afesp.pt/admin/ficheiros/plano_estrategico_formacao_afesp_2017.pdf

Formação para seniores 2017 no âmbito das revalidações da licença de condução

Em parceria com escolas de condução, universidades sénior, centros de saúde e outras instituições, pretende-se sensibilizar os decisores e profissionais do sistema de sinalização e segurança rodoviária e condutores séniores para a importância da saliência de índices ambientais e de sinalização para promover a segurança de utilizadores vulneráveis, como os idosos.

Notícias Recentes

  • 3M - 50 anos a operar em Portugal
    A Associada da AFESP que produz e comercializa produtos para Sinalização e Segurança Rodoviária - linha completa de produtos para o controlo e assistência de trânsito que é exaustivamente pesquisada e testada de forma a garantir um desempenho, durabilidade e qualidade elevada - celebrou 50 Anos em Portugal.
    Exemplos de aplicação destes produtos e detalhes completos acerca dos mesmos podem ser consultados na página web de Traffic Safety Systems (UK, em inglês).
    “A aplicar a ciência para criar um Portugal melhor desde 1966” foi o lema escolhido para um evento que assinalou o 50º aniversário da presença da 3M no mercado português. A iniciativa reuniu a comunidade de clientes, parceiros e os colaboradores da 3M, sendo que os materiais e produtos que compõem as soluções da empresa disponíveis no mercado marcaram presença nos espaços e experiências criados para os convidados.
     
  • VIAMARCA lança loja online de sinalização rodoviária

    A Viamarca, empresa do Grupo Lena especializada na produção, comercialização e aplicação de sinalização rodoviária horizontal e vertical, acaba de lançar uma loja online. A loja, que posiciona a empresa como único fabricante de sinalização rodoviária com plataforma de venda online.
    Disponível em www.lojaonline.viamarca.pt, dispõe de todos os produtos da Viamarca, designadamente sinalização de código, de orientação, turístico-cultural, temporária, entre outras, e destina-se a clientes públicos e privados, de todo o país.
     
  • Trafiurbe realiza obra de intervenção em sinalização na IC 20 - VIA RÁPIDA DA CAPARICA, Nó do Hospital / Nó com a A2

    Os principais problemas que existiam neste troço dizem respeito essencialmente à excessiva diferença de velocidades de circulação no troço em análise. Por um lado, a maioria dos condutores provenientes dos troços anteriores ao Nó do Hospital, circulam a uma velocidade superior à permitida, por outro lado, ao longo destes 1.700 metros, as entradas e as saídas na área de Serviço e os movimentos de saída do IC 20 para a Autoestrada A 2 (Sul e Norte) e os movimentos de entrada no IC 20 provenientes da Ponte 25 de Abril, provocam várias perturbações no tráfego que originam uma circulação a uma velocidade mais reduzida.
    Tendo por objetivo minimizar ou resolver problemas que foram identificados acima foram efetuadas intervenções, de fácil e rápida implementação, e com retorno imediato para a circulação em maior segurança, de modo a que no Itinerário Complementar nº 20, na zona entre o Nó do Hospital e o Nó de Ligação com a Autoestrada A 2, diminuam significativamente os riscos de acidentes, tornando mais segura a circulação neste troço do IC 20.
    As alterações à sinalização introduzidas neste troço de modo ao aumento da segurança rodoviária, foram:
    • Alteração de sinalização vertical de código;
    • Implementação de focos led.
    • Instalação de balizas
    • Alteração de painéis de sinalização em pórtico;
    • Alteração de sinalização horizontal.

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  05-09-17  
  AFESP obtem certificação da DGERT como Entidade Formadora  
  Por Despacho da Direção-Geral d... (+info)  
   
  13-07-17  
  Autarca reconhece que a falta de manutenção da estrada é factor de sinistralidade  
  (+info)  
 
   
     
     
 
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